Quando Paul Lim subir ao palco do Mundial de Pares da PDC em Junho, fá-lo-á com 71 anos de idade — uma marca que, por si só, já constitui um feito extraordinário no desporto dos dardos a este nível. O veterano singapurense voltará a representar o seu país na companhia de um parceiro de equipa, dando continuidade a uma das histórias mais inspiradoras do circuito mundial.
Em Dezembro passado, Lim entrou definitivamente para a história ao tornar-se o jogador mais velho de sempre a vencer um encontro no Campeonato do Mundo de Dardos, aos 70 anos. Esta marca, alcançada num desporto cada vez mais dominado por jovens prodígios como Luke Littler, demonstra que o talento e a experiência continuam a ter espaço entre os melhores do planeta.
O pioneiro asiático que abriu portas a uma geração
Para quem acompanha o jogo há mais tempo, o nome de Paul Lim é sinónimo de pioneirismo. Foi ele o primeiro jogador a acertar um nine-darter perfeito no Campeonato do Mundo, façanha conseguida em 1990 no Lakeside, na altura ao serviço da BDO. Aquele momento histórico, há mais de três décadas, abriu caminho para que o continente asiático começasse a olhar para os dardos como uma disciplina séria e competitiva.
Hoje, com Singapura, Tailândia e Mongólia a marcarem presença no Mundial de Pares através do qualifying do PDC Asian Tour, percebe-se o impacto que figuras como Lim tiveram no desenvolvimento global do desporto. A Mongólia, aliás, fará a sua estreia absoluta na competição, juntamente com o Uganda e Trindade e Tobago.
O que significa para os adeptos lusófonos
Em Portugal, onde o desporto continua a crescer de forma sustentada através de casas como a Betclic, Solverde.pt, Placard ou Betano — todas devidamente licenciadas pelo SRIJ —, histórias como a de Paul Lim servem de inspiração para os praticantes nacionais. Demonstram que os dardos são um desporto para todas as idades, onde a precisão, o sangue-frio e a experiência podem rivalizar com a juventude e a explosão atlética.
Os adeptos portugueses que acompanham o circuito através das plataformas legais terão certamente Lim como um dos jogadores a seguir durante o Mundial de Pares, marcado para 11 a 14 de Junho. Embora Singapura não parta como favorita, a presença do veterano garante um interesse acrescido a qualquer encontro em que participe.
Um exemplo de longevidade desportiva
Aos 71 anos, Paul Lim continua a treinar com a mesma dedicação que sempre o caracterizou. As suas declarações recentes apontam para a vontade de continuar a competir ao mais alto nível enquanto a saúde o permitir, recusando-se a deixar-se intimidar pelas novas gerações de jogadores que dominam o ranking mundial.
Num desporto onde a pressão mental é tão ou mais determinante que a destreza técnica, a serenidade adquirida ao longo de cinco décadas de carreira poderá ser, paradoxalmente, a maior arma de Lim em Frankfurt. Os adeptos lusófonos têm motivos de sobra para acompanhar com atenção redobrada esta lenda viva dos dardos mundiais.
Quando Paul Lim subir ao palco do Mundial de Pares da PDC em Junho, fá-lo-á com 71 anos de idade — uma marca que, por si só, já constitui um feito extraordinário no desporto dos dardos a este nível. O veterano singapurense voltará a representar o seu país na companhia de um parceiro de equipa, dando continuidade a uma das histórias mais inspiradoras do circuito mundial.
Em Dezembro passado, Lim entrou definitivamente para a história ao tornar-se o jogador mais velho de sempre a vencer um encontro no Campeonato do Mundo de Dardos, aos 70 anos. Esta marca, alcançada num desporto cada vez mais dominado por jovens prodígios como Luke Littler, demonstra que o talento e a experiência continuam a ter espaço entre os melhores do planeta.
O pioneiro asiático que abriu portas a uma geração
Para quem acompanha o jogo há mais tempo, o nome de Paul Lim é sinónimo de pioneirismo. Foi ele o primeiro jogador a acertar um nine-darter perfeito no Campeonato do Mundo, façanha conseguida em 1990 no Lakeside, na altura ao serviço da BDO. Aquele momento histórico, há mais de três décadas, abriu caminho para que o continente asiático começasse a olhar para os dardos como uma disciplina séria e competitiva.
Hoje, com Singapura, Tailândia e Mongólia a marcarem presença no Mundial de Pares através do qualifying do PDC Asian Tour, percebe-se o impacto que figuras como Lim tiveram no desenvolvimento global do desporto. A Mongólia, aliás, fará a sua estreia absoluta na competição, juntamente com o Uganda e Trindade e Tobago.
O que significa para os adeptos lusófonos
Em Portugal, onde o desporto continua a crescer de forma sustentada através de casas como a Betclic, Solverde.pt, Placard ou Betano — todas devidamente licenciadas pelo SRIJ —, histórias como a de Paul Lim servem de inspiração para os praticantes nacionais. Demonstram que os dardos são um desporto para todas as idades, onde a precisão, o sangue-frio e a experiência podem rivalizar com a juventude e a explosão atlética.
Os adeptos portugueses que acompanham o circuito através das plataformas legais terão certamente Lim como um dos jogadores a seguir durante o Mundial de Pares, marcado para 11 a 14 de Junho. Embora Singapura não parta como favorita, a presença do veterano garante um interesse acrescido a qualquer encontro em que participe.
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