O calendário do PDC volta a entrar numa das suas fases mais entusiasmantes com a confirmação dos pares para o World Cup of Darts 2026, uma competição que mexe profundamente com os rankings mundiais e que este ano traz mudanças significativas nas equipas de topo. A organização confirmou esta semana todos os duos participantes, e há novidades que prometem agitar as apostas em casas licenciadas pelo SRIJ como a Betclic, Solverde.pt ou Placard.
Inglaterra mantém a dupla dos sonhos
Luke Littler e Luke Humphries voltam a juntar-se para defender as cores de Inglaterra, num regresso natural depois da campanha do ano passado. Os dois primeiros classificados do ranking mundial PDC representam, à partida, o par mais temível da prova e seguem como favoritos claros à conquista do troféu. A combinação entre o atual número um do mundo e o jovem fenómeno de Warrington é, no papel, praticamente imbatível e os adeptos portugueses que acompanham a modalidade aguardam com expectativa o desempenho desta dupla.
Gales sem Gerwyn Price, Escócia com cara nova
A grande surpresa veio do lado galês. Gerwyn Price voltou a recusar a participação na competição, à semelhança do que fez em 2024, e será substituído por Nick Kenny, atual número 60 do ranking mundial. Jonny Clayton assume assim, sozinho, a responsabilidade de liderar Gales, numa equipa visivelmente enfraquecida face ao potencial que poderia ter com o «Iceman» em campo.
Na Escócia, a notícia é igualmente impactante: Peter Wright, vítima de uma queda acentuada no ranking PDC nos últimos meses, perde o lugar para Cameron Menzies. O escocês fará a sua estreia absoluta no World Cup ao lado do lendário Gary Anderson, naquela que poderá ser uma das parcerias mais imprevisíveis da competição.
Holanda volta a apostar em Van Gerwen e Van Veen
Os Países Baixos repetem a fórmula com Michael van Gerwen e Gian van Veen, numa tentativa de regressar aos triunfos que escaparam à laranja mecânica desde 2018. Van Veen, apesar da derrota recente no Austrian Darts Open frente a Madars Razma, continua a ser uma das figuras mais consistentes do circuito e tem subido de forma firme nos rankings europeus.
Irlanda do Norte defende o título
Josh Rock e Daryl Gurney voltam a representar a Irlanda do Norte como detentores do troféu. Rock chega à competição em estado de graça, depois de conquistar o Austrian Darts Open e de ascender ao topo do ranking do European Tour 2026. A dupla parte como terceira cabeça-de-série e tem todas as condições para tentar uma defesa bem-sucedida do título.
Impacto nos rankings e no calendário
O World Cup of Darts, embora não atribua prize money para o Order of Merit individual, é fundamental para os rankings nacionais e para a posição das federações junto da PDC. Para os adeptos portugueses, a competição surge num momento em que José de Sousa continua a lutar para recuperar terreno no circuito, e qualquer desempenho do «Special One» é seguido com particular atenção pelos apostadores nacionais que utilizam plataformas reguladas em Portugal.
O torneio promete dias intensos e poderá redefinir hierarquias num ano que tem sido marcado pela imprevisibilidade e pela renovação geracional do desporto.
O calendário do PDC volta a entrar numa das suas fases mais entusiasmantes com a confirmação dos pares para o World Cup of Darts 2026, uma competição que mexe profundamente com os rankings mundiais e que este ano traz mudanças significativas nas equipas de topo. A organização confirmou esta semana todos os duos participantes, e há novidades que prometem agitar as apostas em casas licenciadas pelo SRIJ como a Betclic, Solverde.pt ou Placard.
Inglaterra mantém a dupla dos sonhos
Luke Littler e Luke Humphries voltam a juntar-se para defender as cores de Inglaterra, num regresso natural depois da campanha do ano passado. Os dois primeiros classificados do ranking mundial PDC representam, à partida, o par mais temível da prova e seguem como favoritos claros à conquista do troféu. A combinação entre o atual número um do mundo e o jovem fenómeno de Warrington é, no papel, praticamente imbatível e os adeptos portugueses que acompanham a modalidade aguardam com expectativa o desempenho desta dupla.
Gales sem Gerwyn Price, Escócia com cara nova
A grande surpresa veio do lado galês. Gerwyn Price voltou a recusar a participação na competição, à semelhança do que fez em 2024, e será substituído por Nick Kenny, atual número 60 do ranking mundial. Jonny Clayton assume assim, sozinho, a responsabilidade de liderar Gales, numa equipa visivelmente enfraquecida face ao potencial que poderia ter com o «Iceman» em campo.
Na Escócia, a notícia é igualmente impactante: Peter Wright, vítima de uma queda acentuada no ranking PDC nos últimos meses, perde o lugar para Cameron Menzies. O escocês fará a sua estreia absoluta no World Cup ao lado do lendário Gary Anderson, naquela que poderá ser uma das parcerias mais imprevisíveis da competição.
Holanda volta a apostar em Van Gerwen e Van Veen
Os Países Baixos repetem a fórmula com Michael van Gerwen e Gian van Veen, numa tentativa de regressar aos triunfos que escaparam à laranja mecânica desde 2018. Van Veen, apesar da derrota recente no Austrian Darts Open frente a Madars Razma, continua a ser uma das figuras mais consistentes do circuito e tem subido de forma firme nos rankings europeus.
Irlanda do Norte defende o título
Josh Rock e Daryl Gurney voltam a representar a Irlanda do Norte como detentores do troféu. Rock chega à competição em estado de graça, depois de conquistar o Austrian Darts Open e de ascender ao topo do ranking do European Tour 2026. A dupla parte como terceira cabeça-de-série e tem todas as condições para tentar uma defesa bem-sucedida do título.
Impacto nos rankings e no calendário
O World Cup of Darts, embora não atribua prize money para o Order of Merit individual, é fundamental para os rankings nacionais e para a posição das federações junto da PDC. Para os adeptos portugueses, a competição surge num momento em que José de Sousa continua a lutar para recuperar terreno no circuito, e qualquer desempenho do «Special One» é seguido com particular atenção pelos apostadores nacionais que utilizam plataformas reguladas em Portugal.
O torneio promete dias intensos e poderá redefinir hierarquias num ano que tem sido marcado pela imprevisibilidade e pela renovação geracional do desporto.
Solverde
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